Encontro sobre literatura tradicional e não só mirandesa
NN - Macedo de Cavaleiros,
Domingo, Maio 28, 2006

         
       
António Barbalo Alves, do Centro de Estudos António Maria Mourinho, referindo-se ao encontro de literatura tradicional que se inicia hoje, sexta-feira, em Miranda do Douro refere: “É um encontro sobre literatura tradicional e não só mirandesa. É preciso que se diga que a literatura folclórica, como os contos, são comuns a vários povos, civilizações e várias línguas” refere o estudioso.
Valorizar a literatura mirandesa a nível nacional é o objectivo principal deste encontro, segundo o principal organizadore do evento, António Barbalo Alves.
Alguns dos maiores especialistas em literatura tradicional em Portugal vão estar presentes neste encontro.
No sábado, na aldeia de Picote, vai realizar-se um serão de cantos, contos e outras tradições similares, que vão animar este encontro além das palestras de literatura tradicional.
«Inês – Uma Homenagem ao Amor»
NN - Macedo de Cavaleiros,
Quinta-feira, Maio 25, 2006

         
       
O amor vai estar no ar na próxima sexta-feira dia 26 de Maio na capital do Nordeste Transmontano.
O evento é da responsabilidade da Junta de Freguesia de Santa Maria que pretende homenagear a mulher e celebrar um amor eterno que nem os séculos conseguiram apagar, levando ao palco a peça de teatro “Inês – Uma Homenagem ao Amor”, cuja representação decorrerá no Largo do Principal, em Bragança pelas 21H30, e a par desta iniciativa o Presidente da Junta também conta com a presença do Grupo de Fados de Coimbra “Verdes Anos” e do Grupo de Fados “Via Latina”, de Bragança.
António Afonso, autor da lenda da Torre da Princesa vai premiar também os espectadores declamando poesia da sua autoria e em paralelo decorrerão sessões de leitura de poesia e uma pequena encenação a cargo de alunos do curso de Animação e Produção Artística da Escola Superior de Educação de Bragança.
Além da celebração do amor de D. Inês de Castro e D. Pedro, que se terão casado em segredo na igreja de S. Vicente, esta iniciativa cultural da Junta de Freguesia de Santa Maria pretende principalmente dinamizar uma das zonas mais importantes da cidade de Bragança.
«Olhares Cruzados sobre Trás-os-Montes»
NN - Macedo de Cavaleiros,
Terça-feira, Maio 23, 2006

         
       
No próximo dia 24 de Maio vai iniciar-se na Aula Magna da UTAD um ciclo de conferências denominado «Olhares Cruzados sobre Trás-os-Montes», numa iniciativa da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e o jornal Público.
Nestes debates a organização tem como objectivo principal debater todas as questões pertinentes sobre o desenvolvimento de Trás-os-Montes.
“Para que serve a moderna rede de infra-estruturas culturais no Interior?” é o tema do primeiro debate que vai ser moderado por António Belém Lima e cujos convidados são o director do Teatro Municipal de Vila Real e o encenador, Vítor Nogueira e Ricardo Pais respectivamente.
Tendo como oradores José Bulas Cruz, vice-reitor para a Área de Tecnologia e Informação da UTAD e Manuel Laranja, ex-director da agência de inovação, o segundo debate a realizar no dia 31 deste mês terá como lema “O desafio Tecnológico chega a tempo às Regiões Desfavorecidas?” e vai ser moderado pelo jornalista do Público José Vítor Malheiros.
“O Processo de Bolonha favorece o Ensino Superior no Interior?” é o tema que vai estar em discussão no dia 7 de Junho que vai ter a participação do reitor da UTAD e o ex-ministro da educação Marçal Grilo e Pedro Garcias, jornalista do Público será o moderador.
O encerramento desta segunda edição de conferências “Olhares Cruzados sobre Trás-os-Montes” será no dia 14 de Junho com uma conferência sobre o tema “250 anos depois, para onde deve o Douro caminhar?”, com as participações de Ricardo Magalhães, ex-secretário de Estado do Ambiente no Governo de António Guterres e do economista Miguel Cadilhe e o moderador desta ultima conferência será Manuel Carvalho, director-adjunto do “Público”.
Travessia no auditório do Teatro de Vila Real
NN - Macedo de Cavaleiros,
Domingo, Maio 21, 2006

         
       
O bispo de Vila Real, D. Joaquim Gonçalves é o autor da peça "Travessia" que subiu ontem ao palco do auditório do Teatro de Vila Real. O Evento inseriu-se nas comemorações das bodas de diamante do seminário da Diocese em que foram homenageados os três bispos trasmontanos de Vila Real que frequentaram o seminário diocesano, sendo os bispos de Setúbal, D.Gilberto dos Reis, de Leiria-Fátima, D.António Marto, e o bispo auxiliar de Évora, D.Amândio Tomás.
A peça denominada "Travessia", como afirmou o seu autor à imprensa é "uma peça musical para dois solistas, coro e orquestra, designada tecnicamente por «Oratório», baseada num texto poético onde se canta a evolução de Trás-os-Montes desde os povos pré-romanos até aos nossos dias", explicando que "a peça divide-se em três quadros "Distribuição das tribos (as mini-regiões do distrito)", "Tentações do deserto (a passagem da vida rural à urbana)" e "Frutos da terra prometida (riquezas e belezas naturais)" , confidenciando ainda a existência de um quarto quadro já terminado, intitulado "Despedida de Moisés e passagem do Jordão" que poderá subir ao palco ainda este ano.
A orquestra do Norte e o Coral de Chaves foram os responsáveis pela execução de "Travessia" cuja composição musical é da autoria do sacerdote Joaquim dos Santos, oriundo de Cabeceiras de Basto, que deu os primeiros passos na composição musical no Seminário de Braga, e seguidamente frequentou o Pontifício Instituto de Música Sacra e o Conservatório de Santa Cecília em Roma.
O sacerdote compositor é detentor de uma grande obra de música sacra e profana, sendo alguma de cariz popular e outra mais elaborada, utilizando o piano, a marimba e o bandolim.
Algumas obras dos escritores Miguel Torga e Castro Gil foram também já usadas pelo sacerdote no canto coral.
Teatro em Bragança com mais espectadores
NN - Macedo de Cavaleiros,

         
       
Helena Genésio, directora do Teatro municipal de Bragança, em jeito de balanço diz que ao longo dos três anos de vida do teatro, se tem constatado um aumento significativo de espectadores nos espectáculos ali realizados. “No primeiro ano como era novidade as taxas aproximaram-se dos 70 por cento, em 2005 a procura caiu para 55 por cento e este ano, a tendência volta a ser para uma subida”, comentou a directora, que está convicta que “gradualmente a procura vai aumentando” e que continua a “educar” o público, no intuito de o cativar, “para no prazo de uma década estar a casa feita”.
A responsável, julgava que com a abertura do bar no Foyer do Teatro Municipal de Bragança, atraísse mais público para os espectáculos, no entanto isso não aconteceu.
O bar tem um auditório ao ar livre “onde se podem promover por exemplo, pequenos espectáculos musicais”, embora haja um senão para esse tipo de eventos que se prende com o horário de encerramento.
De "Carviçais Rock" a “Festival Carviçais”
NN - Macedo de Cavaleiros,
Segunda-feira, Maio 15, 2006

         
       
O Festival Carviçais Rock mudou de nome. Este grande evento do Nordeste Transmontano que se realiza em Torre de Moncorvo já tem data marcada: 26 a 28 de Julho.
Além da nova designação “Festival Carviçais”, também o formato do certame vai ser modificado abrindo as portas ao hip-hop e ao reggae no intuito de cativar novos públicos, dado que a nível nacional não exista nenhum festival que concilie estes dois tipos de música. Enquanto a música reggae tem seguidores por toda a Europa, o hip-hop é o som que está no auge neste momento. Estas foram algumas das justificações dadas pela organização ao JN em relação às alterações do festival.
O espaço onde se vai realizar o festival continua a ser o mesmo, embora com melhorias significativas tanto a nível dos sanitários, do parque de estacionamento e do campismo.
Com apenas a confirmação do rapper espanhol Nach, e com as noites do certame a cargo os DJ Nelassassin (com Melo D), Dlm Sound System e o alemão DJ AC, a programação do festival ainda não está concluída.
A apresentação do Festival Carviçais vai ter o “rosto” do apresentador de televisão Francisco Mendes.
Asterix, o Mirandês, com um sucesso surpreendente
NN - Macedo de Cavaleiros,
Quinta-feira, Maio 11, 2006

         
       
A terceira edição do maior certame Internacional do livro Infantil que se realiza em Leon, Espanha, vai contar com o livro “Asterix o Gaulês”, traduzido em mirandês e que aquando da edição em Portugal teve um grande êxito.
Como nas terras de Mirando do Douro, “também na terra de Leon, o Mirandês faz parte das línguas leonesas”, como explica o escritor e simultaneamente um dos tradutores do livro para Mirandês Amadeu Ferreira; e por isso espera-se que o livro obtenha um sucesso semelhante ao alcançado do nosso país.
Amadeu Ferreira, diz que não esperava que esta banda desenhada para todas as idades, traduzida em Mirandês, alcançasse tanto sucesso: “Sabia que ia ser um sucesso, comparando com outras edições que temos feito, mas não assim”, afirmou o escritor.
[12-05-2006] NN
“Retratos de antigamente”
NN - Macedo de Cavaleiros,
Terça-feira, Maio 02, 2006

         
       
A Comissão de Festa do Senhor da Boa Morte e a Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA) vão realizar no próximo sábado dia 29, pelas 14h00, em Ventozelo, Mogadouro um evento denominado “Retratos de antigamente”.
Neste regresso ao passado, vão poder ser observadas algumas das actividades e o uso tão importante e imprescindível destes animais em vias de extinção e quase esquecidos: os asininos.
A Professora que ia para escola da aldeia em cima do burro, a ida às compras na vila, a carroça, o lavrar a terra com o arado, o apanhar da lenha, da erva e tudo o que se relacionasse com a agricultura, vão ser algumas das actividades demonstradas neste evento.
Estas actividades são gratuitas e qualquer pessoa poderá participar mediante inscrição.
Após o desfile dos usos e costumes entre pessoas e os asininos serão premiados os mais fidedignos participantes e a festa continuará com um jantar entre todos culminando como não podia deixar de ser com um arraial tradicional.
[28-04-2006] NN
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